Documentário premiado ‘Ingrid’ aborda aceitação do corpo feminino

A partir de relatos da infância e adolescência, curta mostra os conflitos da protagonista Ingrid com seu corpo; produção pode ser conferida na plataforma de streaming TodesPlay

Buscando encontrar razões para entender a sua relação com o seu corpo, Ingrid, uma mulher transgênero, se vê perdida em relação a sua identidade. Essa é a história contada no documentário ‘Ingrid’. O curta foi lançado em 2016 e premiado pelo Prêmio Aquisição SescTV, Melhor curta experimental Júri Popular, Menção Honrosa, Melhor curta documentário e Melhor Curta Documentário. Com direção, roteiro e fotografia de Maick Hannder, a trama apresenta o processo de identificação com o corpo feminino. A protagonista está disposta a encontrar sua verdadeira identidade, após passar anos sem se reconhecer com o gênero masculino.

Com duração de seis minutos, o curta documentário apresenta relatos de infância e adolescência de Ingrid, revelando suas angústias e incertezas sobre sexualidade. Quando ainda pequena seu desejo era ter cabelos grandes, mas orientada por sua mãe, Ingrid não teve seu pedido aceito. Logo que iniciou sua fase de adolescência, Ingrid expôs que foi o período que mais se sentiu aflita, já que as mudanças em seu corpo já eram uma realidade que ela não podia controlar.

Aos 23 anos, Ingrid consegue vencer seus medos e superar traumas da infância quando ela se submete a uma cirurgia de prótese de silicone, se sentindo representada como mulher no seu corpo pela primeira vez. A classificação indicativa é de 16 anos e pode ser conferida na plataforma de streaming TodesPlay voltada para exibição de conteúdo identitário, dando prioridade a produções audiovisuais negras, LBGTQ+ e indígenas.

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