Crítica: LOKI - Episódio 1 e 2 | Continuidade Perfeita

Crítica: LOKI – Episódio 1 e 2 | Continuidade Perfeita

Loki é a terceira série de super heróis do UCM no Disney+. A produção audaciosa traz de volta o Deus da trapaça. Para isso, dispõe de todo o carisma de Tom Hiddleston no protagonismo da mesma. Certamente, todos os fãs da Marvel Studios acreditavam no potencial da série. Porém, as expectativas foram superadas a perfeita continuidade de episódios que “Loki” vem entregando. 

Isso quer dizer que a série da Disney+ não tem medo de oferecer respostas. Justamente por isso seus capítulos, apesar de longos, não são nada tediosos. Além do mais, traz personagens encantadores e mistérios que nos fazem ansiar pelos novos episódios. Sendo assim, nesse texto separamos os principais acontecimentos dos dois primeiros episódios que nos causam mais impacto.

Texto escrito por: Juan Servo

A VOLTA DE TOM HIDDLESTON 

Talvez a melhor coisa da série seja poder passar 50 minutos admirando a beleza e a atuação de Tom Hiddleston. Ele é simplesmente incrível no papel do Deus da Mentira. O ator consegue fluir, de forma natural, do drama para a comédia, do momento sério para a ironia sádica do personagem.

Além disso, essa variante do Loki, variante é como a série chama as diferentes versões do mesmo personagem por realidade diferentes, está tentando descobrir o seu “eu” interior. Ele está em total transição e aceitação de como ele é e do que se tornará, já que o mesmo está “fugindo do script”, e Tom Hiddleston consegue trazer toda essa carga confusa e diferenciada que o personagem precisa ter.

Loki, terceira série do UCM no Disney+ traz de volta Deus da trapaça e dispõe de todo o carisma de Tom Hiddleston no protagonismo da mesma.

 UM NOVO AMBIENTE

Na história, somos apresentados à AVT, Autoridade de Variação do Tempo, que nada mais é que a organização que fiscaliza e organiza a linha do tempo sagrada, que é a realidade que estamos vendo nos cinemas há anos. Por trás de toda essa corporação, é dito que existem seres celestiais que criaram o universo e que foram responsáveis por não permitirem o choque entre diferentes linhas do tempo.

E com esse vigente universo, muitas perguntas ficam: Quem são esses Guardiões do Tempo? Eles realmente existem? O Kang é um deles? Todas as dúvidas ficam rondando nossa cabeça teorizante, mas a diferença aqui, é que esses “buracos em branco” tem potencial para mudar o rumo de todo universo Marvel, e confiamos que serão tratados da melhor maneira.

DUPLA DINÂMICA 

Confesso que quando vi o nome de Owen Wilson para compor o cast da série, achei engraçado. Quando saiu o primeiro trailer e foi mostrado que ele teria uma grande participação no enredo, confesso que duvidei do potencial do ator. Em meu pensamento, Owen era o cara da piada, da comédia galhofa, não entendi como ele se encaixaria no UCM.

Mas, para minha surpresa, o personagem Mobius, Owen Wilson, consegue ser tão relevante quanto o próprio Loki. Por estar envolto em um meio totalmente diferente, Morbius funciona como uma ponte entre os telespectadores e os bastidores da AVT, apresentando outros personagens e um pouco mais da “Lore” dos funcionários da organização.

Fora isso, quando Loki e Mobius estão juntos, a química entre os dois é contagiante, chega ser tão bom (ou melhor) quanto a relação dele e Thor. 

A comédia ácida e sarcástica que os dois possuem é linda de se assistir, você quer que os dois façam o trabalho de detetive juntos, você precisa tê-los contracenando, pois é simplesmente fantástico. 

Talvez Mobius seja o melhor coadjuvante das séries que foram lançadas até agora.  

Loki, terceira série do UCM no Disney+ traz de volta Deus da trapaça e dispõe de todo o carisma de Tom Hiddleston no protagonismo da mesma.

LINHA DO TEMPO SAGRADA

Nesse tópico, você encontra o ponto chave da série, a linha do tempo.

O multiverso nas HQs funciona de forma bem mais complexa, entretanto, os leitores já estão acostumados com a alternância de variantes nas histórias. Porém, se você não sabe como funciona o multiverso é bem simples de entendê-lo: O Multiverso nos quadrinhos e possivelmente no universo cinematográfico é a possibilidade de que várias dimensões paralelas coexistem, cada uma com sua variável. Trata-se de uma grande variedade de universos originados de divergências de outras realidades, onde certo evento com diferentes desfechos dá origem a diferentes possíveis universos, um para cada desfecho.

No episódio 2, a nossa mais nova variante do Loki, coloca em ação seu plano, ela propositalmente, causa eventos nexus (eventos chaves) que gera diversas variações na linha do tempo. 

Será que Loki criou o multiverso? Será que são apenas pequenas rupturas no tempo e a AVT resolverá? Aguardamos as cenas do próximo capítulo. 

LADY LOKI

E por fim, a última grande revelação da série é que a variante que os homens da ATV estavam caçando era a Lady Loki. Nas HQs, ela surge como um “renascimento” do próprio Loki, pois depois da destruição do Ragnarok, os espíritos dos deuses precisavam encontrar novos corpos, e no caso de nosso anti-herói, ele encontrou seu hospedeiro em um corpo feminino. 

Na série não temos muitos detalhes de onde essa variante surgiu, o motivo que ela querer bagunçar a linha do tempo sagrada e o que ela ganharia com isso. 

A verdade é que Loki encontrou sua frequência e estilo de contar sua jornada, cativando cada vez mais sua fanbase e fomentando teorias na cabeça dos nerds, o seriado promete mudar o rumo de todo um universo.

Confira Também – Marvel Studios | Quem pode ser os Próximos vilões do UCM

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